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ABRAPEC apoia o Dia Mundial do Câncer e reforça a importância da conscientização sobre a doença – 04 de fevereiro.

A ABRAPEC – Associação Brasileira de Assistência às Pessoas com Câncer, que há 24 anos realiza em suas 9 unidades de atendimentos, atividades e ações voltadas ao apoio de pessoas em tratamento oncológico, desenvolve constantemente iniciativas de conscientização junto à comunidade sobre a prevenção dos mais diversos tipos de câncer. A entidade reforça que a prevenção continua sendo o melhor remédio.


O Dia Mundial do Câncer, lembrado em 4 de fevereiro, é uma data dedicada à conscientização sobre essa doença que representa a segunda principal causa de morte no Brasil e no mundo, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).


Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados mais de 700 mil novos casos de câncer por ano no Brasil até 2026. O relatório aponta que as regiões Sul e sudeste concentram cerca de 70% da incidência de novos diagnósticos no país.


O câncer ocorre quando há uma proliferação anormal de células que passam a fugir, parcial ou totalmente, do controle do organismo. O termo engloba mais de cem tipos de doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, capazes de invadir tecidos e órgãos vizinhos.


Os tratamentos variam conforme o tipo e o estágio da doença, sendo os mais comuns a quimioterapia, a hormonoterapia e a radioterapia. Entre os homens, o câncer de próstata é o mais frequente, com estimativa de 72 mil novos casos por ano no triênio 2023–2025, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Já entre as mulheres, o câncer de mama é o mais incidente, com cerca de 74 mil novos casos anuais até 2025, também superado apenas pelo câncer de pele não melanoma.


Em relação à mortalidade, os tipos mais letais entre os homens são os cânceres de pulmão, próstata e colorretal. Entre as mulheres, destacam-se os de mama, pulmão e colorretal.


A prevenção do câncer está diretamente ligada à mudança de hábitos de vida, como evitar a exposição a fatores de risco, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e não fumar. Além disso, a realização de exames de rotina e o diagnóstico precoce aumentam significativamente as chances de cura e de sobrevida, sendo fundamental manter acompanhamento médico regular e esclarecer dúvidas sobre a doença.

 
 
 
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